Na Colômbia, estudantes das universidades públicas estão em greve desde o dia 12 de outubro em rechaço ao projeto de emenda à educação superior impulsionado pelo Governo do presidente Juan Manuel Santos e apresentado ante o Congresso.
Ante a pressão do setor, Santos retirou o projeto e pediu aos jovens para retomar as classes, esta ação foi condicionada pelos estudantes.
A Mesa Ampla Nacional Estudantil pôs três condições para encerrar a greve: "o
primeiro tem a ver com que o Governo torne público e oficial a retirada do
projeto de lei de reforma da educação e de igual forma que retire o trâmite no
Congresso da República”, informou Hernán Tobar, jornalista da teleSUR.
"Também, que liderado pelo Ministério de Educação não apresente uma nova
reforma sem levar em conta a maioria do setor educativo. Por outra parte, estão
exigindo a desmilitarização de algumas universidades”, acrescentou.
Ao ser interrogado sobre as próximas atividades do grêmio, Tobar assinalou que
"os estudantes disseram que a bola se encontra no terreno do governo e que no
início da semana – provavelmente entre quarta e quinta-feira – haverá uma
reunião entre equipes do Governo e estudantes para chegar a acordos”.
Em tal encontro se estudará um modo de reiniciar as aulas nas universidades
públicas do país.
Chile jornada de greve nacional
Os estudantes chilenos, que se manifestarão de maneira simultânea com seus similares da Colômbia, decidiram em uma reunião começar uma série de atividades em favor de uma educação de qualidade e gratuita.
No encontro, celebrado no sábado passado
na cidade nortenha de Antofagasta, os membros da mesa executiva da Confederação
de Estudantes do Chile (Confech) concretizaram a realização de duas jornadas de
greve nacional: 17 e 18 de novembro.
A notícia é da teleSUR
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